quarta-feira, 6 de março de 2013
10 maneiras de ajudar seu aluno a ter sucesso na escola e na vida!
Um dos principais fatores que determinarão o sucesso futuro de uma criança é a qualidade do seu desempenho na escola. Aqui estão algumas dicas que ajudarão você a acelerar o progresso do seu filho no caminho do sucesso escolar.
1. Nunca faça nada para um filho que ele não possa fazer por si mesmo.
Ensinar responsabilidade a uma criança desde cedo terá um grande impacto em seu trabalho escolar. Quando ajudamos demais roubamos da criança a oportunidade de sentir as recompensas da realização. Lembre-se, é melhor que uma criança falhe honestamente do que tenha sucesso através do trabalho de outra pessoa.
2. Ensine seu filho a gostar de ler.
Aqueles que dominam a compreensão da leitura em tenra idade terão maior facilidade ao longo de sua carreira escolar. Inicie seu filho na leitura mais cedo. Mesmo as crianças podem desenvolver o interesse em livros se eles forem lidos regularmente. Deixe os seus filhos perceberem o quanto você gosta de ler e haverá uma boa chance de eles começarem a apreciar a leitura por si mesmos. As bibliotecas públicas são um grande recurso, e o melhor de tudo, são gratuitas.
3. Ajude seu filho a memorizar a tabuada. Saiba que o progresso de uma criança em matemática estará seriamente comprometido se ela não souber a tabuada. Os jogos (Banco Imobiliário) são uma ótima maneira para praticar habilidades em matemática e ao mesmo tempo promover a diversão. Há também muitos jogos de matemática em computador que requerem que a criança faça cálculos para ganhar os pontos. Alguns sites on-line também oferecem jogos gratuitos baseados em matemática.
4. Preste atenção na forma como o seu filho faz sua lição de casa.
Lembre-se, se o seu filho estiver tendo dificuldades com sua lição de casa, então provavelmente estará acontecendo o mesmo na sala de aula. A lição de casa é uma reciclagem, uma prática extra para ajudar na memória de longo prazo, um indicador para os pais do que está sendo ensinado na sala de aula e uma oportunidade para monitorar o progresso de seu filho, antes que esse mesmo assunto seja abordado em sala de aula no dia seguinte. Certifique-se de verificar regularmente a lição de casa do seu filho.
5. Revise os testes anteriores com o seu filho. Os testes medem o crescimento e mostram tanto aos alunos como aos pais, o que já foi dominado e o que precisa ser melhorado. Se o seu filho tiver ido mal nos testes, então fazer uma revisão com ele, item por item, poderá ajudar na localização e resolução do problema.
6. Concentre-se no progresso em vez dar atenção somente às notas.
Mesmo os bons alunos algumas vezes tiram notas ruins. Isso se deve ao fato de que as notas tentam atribuir um valor percentual para um conceito abstrato. Em vez disso, concentre-se no progresso do aluno. Se assim o fizer, isso ajudará você e seu filho a obter um melhor sentimento a respeito dos seus pontos fortes e fracos na vida escolar e o motivará a se concentrar em sua aprendizagem.
7. Apoie o professor do seu filho.
Ser professor não é nada fácil e isso requer longas horas de preparação, pagamento mínimo e uma constante segunda suposição por parte dos pais sobre o que está acontecendo aos filhos. Isso poderá vir como uma surpresa, mas a forma como o filho se comporta em casa poderá não ser necessariamente consistente com a maneira como ele ou ela se comporta em sala de aula. É natural para um pai querer defender sua prole, mas você nunca deve tentar intimidar um professor para que ele dê um tratamento especial ao seu filho. Se tiver divergências com o professor, fale com ele em particular a respeito delas. Você não fará nenhum favor ao seu filho se ficar constantemente desculpando ou justificando seu mau comportamento. Se o seu filho acreditar que você não respeita o professor, ele também não o respeitará e haverá perda de rendimento na aprendizagem.
8. Incentive as amizades ao ensinar seu filho a ser gentil com todos.
A escola é mais do que apenas um lugar para se obter conhecimento, as escolas também ensinam lições valiosas sobre como se comportar em um ambiente social. Faça disso uma prioridade para que o seu filho possa passar mais tempo com outras crianças de sua própria idade. Ensine seu filho a respeitar as crenças e sentimentos dos outros e a ser agradável. As amizades que se formam durante os anos da vida escolar podem se tornar as mais fortes e duradouras ao longo de suas vidas. Além disso, bons amigos podem ajudar a incentivar uma criança a melhorar suas atividades e notas escolares.
9. Certifique-se de que seu filho esteja alerta e bem descansado.
Comece a colocar o seu filho na cama uma hora antes do esperado para que esteja dormindo. Deixe-o ajudar a escolher alimentos saudáveis para suas refeições e tenha certeza que tome banho diariamente. Pensar requer energia, uma boa alimentação e descanso são as chaves para se obter o máximo de rendimento em sala de aula.
10. Ajude-o a ter uma visão de futuro.
O futuro do seu filho começa com você. Converse com ele sobre seus pontos fortes e desejos. Incentive-o a se preparar para a vida fazendo tudo o que puder agora.
Traduzido e adaptado por Ana Maria Castellano do original 10 ways to help your student be successful in school and life, de Sydney Cline.
Sydney Cline tem bacharelado em Desenvolvimento Infantil e Relações Familiares. Ela ensinou educação fundamental por quinze anos, e é mãe de sete filhos.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
9 aptidões para ter sucesso na carreira
A exigência por profissionais multicompetentes é cada vez maior no mundo corporativo. Saiba quais as habilidades mais valorizadas

No Brasil, as seis maiores empresas de
headhunters colocam no mercado aproximadamente 500 profissionais por ano
em cargos de alta gestão. A demora para se achar um executivo
multicompetente é a reclamação de muitos CEOs. "Seis meses, eles dizem, o
dobro de antigamente", pontua o professor Bruno, da Dom Cabral. "Um dos
problemas é que o chefe procura uma pessoa à sua imagem e semelhança,
com a cabeça dele." Hoje, porém, é a turma da "geração X" que está no
mercado. Entre 26 e 36 anos, essas pessoas pensam diferente dos seus
superiores. Muitos têm uma relação casual com o poder e perseguem como
ideal um cargo dentro da sua especialidade, um salário razoável e
qualidade de vida.
Aos que não querem trilhar o caminho da
especialização, um alento é que todas as pessoas podem se tornar líderes
e obter sucesso na carreira. Mais: várias empresas têm suas
competências corporativas pré-definidas, que podem ter pesos diferentes
dependendo da profissão e do nível hierárquico. ISTOÉ ouviu grandes
organizações, CEOs, headhunters e acadêmicos e levantou as qualidades
mais importantes para quem tem a ambição de escalar degraus com o foco
voltado para o topo.

Liderança
1 - O regente de uma orquestra é a personificação dessa qualidade. Profundo conhecedor de diversos instrumentos, ele tem à sua volta vários outros músicos, afinados como ele, mas especialistas em um tipo de som. A tarefa do maestro é extrair o melhor de cada um e fazer o grupo atingir um nível de excelência que, sozinho, não atingiria. O 10º Fórum Global de Liderança da Unesco, que reuniu executivos e acadêmicos na Sibéria no mês passado, levantou quatro novos paradigmas - além dos antigos poder e autoridade - da liderança. Segundo o órgão, o líder tem de ser uma influência responsável e equilibrada, perseguir objetivos de interesse comum com a sua equipe, ser coerente (caminhar do jeito que fala) e fecundo. Um dos membros do comitê de liderança da Unesco, o professor Léo Bruno, da Fundação Dom Cabral (FDC), explica: "Um líder não deve deixar que determinismos como 'tudo que nasce, se desenvolve, atinge um pico, declina e morre' aconteçam na empresa. Ele tem de ser um superador de obstáculos."
Flexibilidade
2- Com a autoridade de quem coloca no mercado cerca de 100 pessoas nas posições mais altas das organizações, o headhunter Luiz Wever, diretor-sócio da Ray & Berndtson, uma das cinco maiores empresas de consultoria e capital humano do mundo, tem uma visão peculiar sobre essa habilidade: "Mudar de idéia não é um problema. Hoje, o crime é demorar para fazer isso." Os jovens executivos têm uma certa deficiência nesse quesito. Pelo menos é o que demonstra uma pesquisa feita pelo professor José Valério Macucci, do Ibmec São Paulo. Numa autoavaliação, cerca de 1.500 executivos que cursaram as aulas de liderança e gestão de pessoas na instituição atribuíram as menores notas para a qualificação "flexibilidade". Em uma era de discernimento - etapa seguinte à da informação - como a de hoje, a idéia da flexibilidade/adaptabilidade é cada vez mais preponderante para que se possa saber como usar o conhecimento de forma efetiva na organização.
Comunicação
3- Respeite para ser respeitado e diga sempre a verdade - com habilidade. Essas são regras fundamentais para evitar mal-entendidos e insatisfação no ambiente de trabalho. "É preciso ser franco, direto e emitir opiniões às vezes desagradáveis, mas com justiça", diz Taís Junqueira, diretora executiva da Fundação Estudar, que concede bolsas de estudo para graduação e pós-graduação no Brasil e Exterior e é reconhecida como um centro de excelência na seleção e no desenvolvimento de talentos. Saber gerar impacto e interesse em todas as direções - para cima (chefes), para baixo (subordinados) e para os lados (clientes e fornecedores) - é também essencial para o executivo. "Tem que saber ouvir e se comunicar, especialmente nas formas não-verbais, para criar empatia. É preciso olhar nos olhos e não fazer cara de desinteresse ou ficar digitando no computador quando solicitado por subordinados", afirma Simon Franco, presidente da Simon Franco RH e pioneiro na área de headhunter no País.
Maturidade emocional
4- É uma habilidade que, geralmente, vem com a experiência e a idade. É dotado dessa característica o profissional que, no momento de crise, pondera e conduz a equipe à melhor solução. "Ele faz parte da solução, não do problema. O executivo imaturo resolve tudo no grito", pontua o professor Macucci. A falta dessa maturidade, com o tempo, corrói a base de compromisso e satisfação no ambiente de trabalho. Ao contrário do que ocorria há dez anos, o mundo empresarial testa e referenda essa habilidade. É comum em entrevistas o candidato ser inquirido a expor sua atitude diante de uma grande crise profissional. Maturidade emocional foi o que faltou no episódio do acidente aéreo do vôo 3054 da TAM, que resultou na morte de 187 pessoas em São Paulo, há um ano. "O presidente da empresa se omitiu por três dias e, quando falou, veio com uma conversa obtusa", pontua Macucci. Esse decisão, segundo ele, colocou o executivo como parte do problema para a TAM, que o desligou do cargo mais tarde.

Capacidade de trabalhar em equipe
5- Se você é daqueles que não aceitam receber tarefas além da sua alçada de atuação, cuidado. Desenvolver uma carreira de sucesso hoje exige que o profissional coloque as necessidades urgentes da empresa acima da descrição convencional do que compete ao seu cargo. Demonstrar espírito de equipe é a qualidade mais valorizada por Claudia Sciama, 31 anos, gerente comercial do Google. "Duas pessoas do meu time estão de férias. Todo mundo está se desdobrando no escritório, pensando e se esforçando pela meta do colega. E ninguém reclama por fazer isso", diz. Publicitária de formação, Claudia foi vendedora de cachorro-quente nos Estados Unidos antes de ingressar no mercado de tecnologia, no qual foi pioneira na comercialização de links patrocinados, a maior fonte de renda dos sites de busca. "Quando atingimos nossos objetivos, nos abraçamos e até choramos juntos, pois todos saem ganhando."

Visão global
6- O headhunter Simon Franco lança mão da seguinte metáfora para ilustrar a importância de enxergar além da própria mesa de trabalho e conhecer a empresa e os concorrentes: "O universo dos negócios é como um jogo de xadrez. Os amadores esperam a jogada do rival para só depois pensar em como mexer suas peças. Já os profissionais vislumbram três, quatro jogadas à frente, no mínimo." Os meios de comunicação são como atalhos para todas as partes do mundo e quem almeja uma carreira bem-sucedida tem que buscar as soluções utilizando as diversas ferramentas disponíveis. "Encontrar pessoas que tenham uma visão sistêmica do mercado é das tarefas mais difíceis", diz a gerente de recrutamento e seleção da Ambev, Renata Brecailo. Aos 30 anos, ela é a responsável pelo programa de trainee da empresa, pelo qual passaram 25% dos profissionais que atualmente trabalham em posições estratégicas da companhia no Exterior.

Iniciativa
7- Há 21 anos na PepsiCo, o carioca José Talarico, 53 anos, passou pelos cargos de consultor júnior, sênior, gerente e diretor até atingir a vice-presidência do grupo (alimentos e bebidas). Identificar e superar obstáculos de forma pró-ativa sempre esteve em sua pauta. É o que ele chama de "pensar fora da caixa". "Isso significa forçar a saída da zona de conforto e permitir ser guiado pelo instinto, desde que possua as ferramentas técnicas próprias e maturidade profissional."
O headhunter Luiz Wever, que mantém
contato com CEOs das melhores empresas do Brasil, conta que eles dizem
preferir um executivo que acerte 70% das vezes (não sempre), desde que o
profissional seja rápido e pró-ativo. "Quando você vai além do seu
trabalho e traz resultados, deixa a sua marca", ensina Diego Milred, 33
anos, diretor de marketing da American Express.

Experiência internacional
8- No mundo globalizado, as oportunidades não estão restritas ao bairro, à cidade ou mesmo ao país em que se vive. É importante ter uma rede de relacionamentos internacional e disponibilidade para ir atrás de bons negócios, onde eles estiverem. "O mundo está ficando mais plano e as movimentações internacionais se intensificaram, principalmente de cinco anos para cá", afirma Marcelo de Lucca, diretor da Michael Page, empresa de recrutamento de executivos para média e alta gerência. Formado em administração de empresas, Diego Milred, 33 anos, teve experiências profissionais na França, nos Estados Unidos e na Inglaterra e passou por grandes multinacionais antes de chegar à American Express, onde está há seis anos. "Vesti a camisa das empresas onde trabalhei e agia como se fosse ficar 20 anos nelas. Mas sempre mantive a curiosidade por novos desafios e nunca tive medo de recomeçar", diz ele. O executivo já planeja novos passos para o futuro. "Gostaria de trabalhar em algum país asiático."
Aprendizado constante
9- "Não basta ser apenas bom. É preciso ser o melhor." Esse tem de ser uma espécie de mantra para aqueles que buscam o sucesso na carreira. Para isso, o profissional precisa ter sede de saber e conhecimento e ir além da lição de casa. Atualmente, por exemplo, a empresa que não tem como premissa a sustentabilidade (social, ambiental e humana) não atende às necessidades do mercado. Para tanto, é fundamental que o executivo tenha uma inquietude natural pelo novo, esteja permanentemente buscando aprender e interagir com alternativas para fazer o melhor. "Não ser o dono da verdade absoluta, saber escutar e reconhecer que a sua idéia não é a mais apropriada é um ato de competência executiva", ensina Talarico, CEO da PepsiCo.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Educação Baseada em Projetos
Desafiar, pesquisar, descobrir, produzir e apresentar
Não há uma data exata em que a metodologia tenha começado a ser usada, diz Jennifer Klein, consultora em educação global que capacita professores a usarem a aprendizagem baseada em projetos. Mas, segundo a especialista, na década de 70 ou 80, mesmo sem ter sido assim batizada, muitas escolas já se utilizavam da lógica para educar crianças e jovens. Muito do que hoje se faz, inclusive, se apoia no pensamento do brasileiro Paulo Freire, ferrenho defensor de que os alunos deveriam construir seu próprio conhecimento.
Arpad Nagy-Bagoly / Fotolia
“Essa metodologia está se tornando muito popular. Parte disso é devido às facilidades que a tecnologia trouxe. Mas só parte. A questão é que, com essas avaliações padronizadas, estamos matando o amor que as crianças têm por aprender. A aprendizagem baseada em projetos é uma resposta a isso”, diz Klein, citando o próprio exemplo. Muito antes de a tecnologia estar disponível como está hoje, ainda como aluna, a educadora teve a oportunidade de estudar numa escola em que os próprios alunos organizavam viagens de aprendizado. Nessas ocasiões, eles aprendiam não só biologia, matemática e ciências, mas também organização de projetos, trabalho em grupo e orçamento.
Hoje, com a disseminação de práticas pela internet e a facilidade de trocar informação, claro, essa abordagem tem sido facilitada. Outro exemplo que a educadora dá é de uma escola americana que pediu que os alunos desenvolvessem asas capazes de voar. No início do projeto, o professor falou para os jovens: “Em 24 de março, vocês vão estar na frente dos seus colegas, pais e uma banca de engenheiros. Vão dizer: ‘Esse é o nosso design de asa, esse é o que a gente recomenda e essa é a razão’. Vocês vão ter dados, gráficos, uma apresentação e regras”.
Os alunos precisaram estudar matemática, física e bases de engenharia para as asas funcionarem. E funcionaram. Ao fim, um dos jovens que participou do projeto falou: “É muito melhor fazer uma coisa sua. Se o professor te diz como fazer, você pode se lembrar disso depois de duas semanas. Se você descobre como fazer, você vai se lembrar disso a vida toda”, afirmou o rapaz. Para Klein, essa é a essência do aprendizado baseado em projetos.
Ainda de acordo com a especialista, é possível trabalhar com essa abordagem em qualquer disciplina e em qualquer idade, mas o trabalho é muito maior quando vários professores estão envolvidos em um mesmo projeto. Para quem está interessado em começar, o Buck Institute for Education, uma associação norte-americana especializada em disseminar práticas desse tipo de aprendizagem, fez um diagrama explicando os pré-requisitos para um bom programa de aprendizagem baseada em projeto. Conheça os oito os pontos principais.
www.bie.org
Desenvolver habilidades para o século 21. Ao longo do projeto, os alunos deverão buscar uma resposta a um problema. Para isso, eles deverão buscar referências em diferentes fontes de informação, precisarão de pensamento crítico, habilidade de resolução de problemas, colaboração e várias formas de comunicação – habilidades mais refinadas que a simples memorização.
Ter expírito de exploração. Isso faz parte do processo de aprender e criar algo novo com curiosidade e motivação.
Organizar-se em torno de questões abertas. Aqui o foco está em estimular o aprendizado mais aprofundado, debates, desafios e problemas.
Criar a necessidade de saber. O fato de ter que apresentar um produto ao fim de um período serve também para criar a expectativa de aplicar o que se está aprendendo e fazer com que os alunos criem laços com seu trabalho.
Dar oportunidade de voz e escolha. Os alunos aprendem a trabalhar independentemente e assumir riscos quando eles são instados a fazer escolhas e mostrar sua voz. Isso faz com que aumente também o engajamento dos estudantes.
Incluir processos de revisão e reflexão. Os estudantes aprendem a dar e receber feedback para melhorar a qualidade do produto no qual estão trabalhando.
Apresentar para o público. Ao mostrar o produto de seu esforço para outras pessoas, pessoalmente ou on-line, aumenta-se a motivação dos alunos a fazerem trabalhos de melhor qualidade.
Veja mais em http://www.bie.org/about/what_is_pbl.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Muito mais do que um aplicativo: mudar um mau hábito em 15 dias
Mudar qualquer velho hábito em duas semanas é possível?
Pelo menos, começar é.
Com o objetivo de ajudar as pessoas a fazer esta virada, a marca de água mineral Bonafont aprovou o Experiência 15 Bonafont nas suas páginas sociais (facebook.com/BonafontBrasil).
Os fãs escolhem um desafio e encaram o cotidiano por 15 dias. Entre os hábitos a serem reavaliados estão: passar a beber 2 litros de água por dia, parar de fumar, não comer fritura, fazer 20 minutos de exercício diariamente, dormir 8 horas por noite e reciclar o lixo de casa.

Mais do que ser mais um aplicativo no Facebook em meio a vários, a ideia aqui é ajudar as pessoas a ter hábitos mais saudáveis, contando com a pressão dos amigos sociais – conceito Peer Empowerment.
A equação é simples: se você compartilha seu compromisso com a família e os amigos, fica mais fácil cumpri-lo. Sempre tem alguém para comentar, cobrar, lembrar, chamar a atenção, celebrar e não deixá-lo cair em tentação.
É como diz um ditado das interwebz: o sucesso de uma promessa é diretamente proporcional ao número de amigos com os quais você compartilha esse objetivo.
Renata Mesquita
por Blog de Guerrilha
Pelo menos, começar é.
Com o objetivo de ajudar as pessoas a fazer esta virada, a marca de água mineral Bonafont aprovou o Experiência 15 Bonafont nas suas páginas sociais (facebook.com/BonafontBrasil).
Os fãs escolhem um desafio e encaram o cotidiano por 15 dias. Entre os hábitos a serem reavaliados estão: passar a beber 2 litros de água por dia, parar de fumar, não comer fritura, fazer 20 minutos de exercício diariamente, dormir 8 horas por noite e reciclar o lixo de casa.

Mais do que ser mais um aplicativo no Facebook em meio a vários, a ideia aqui é ajudar as pessoas a ter hábitos mais saudáveis, contando com a pressão dos amigos sociais – conceito Peer Empowerment.
A equação é simples: se você compartilha seu compromisso com a família e os amigos, fica mais fácil cumpri-lo. Sempre tem alguém para comentar, cobrar, lembrar, chamar a atenção, celebrar e não deixá-lo cair em tentação.
É como diz um ditado das interwebz: o sucesso de uma promessa é diretamente proporcional ao número de amigos com os quais você compartilha esse objetivo.
Renata Mesquita
por Blog de Guerrilha
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
PARA OS JOVENS PROFISSIONAIS:
ACREDITE EM VOCÊ! ACREDITE EM SEU POTENCIAL!
Em busca de uma referência literária motivacional e de lição de vida, me deparei com a estória de “O Mágico de Oz”. Até hoje é uma excelente referência para mim, pois para quem não conhece ou não lembra, os personagens de O Mágico de Oz foram em busca de seus objetivos e somente no final conseguem perceber que o que buscavam já estava dentro de si mesmos ou de suas próprias capacidades latentes.
Ao ler o livro, confesso que fiquei fascinada pelas competências desses personagens: a perseverança, os desafios enfrentados, a sintonia de equipe, a capacidade de empatia, a confiança, entre outras tantas habilidades pessoais.
Esses personagens tiveram seus sonhos realizados, após visualizarem a plenitude de suas capacidades. Uma lição para acreditar em si mesmo e romper com os próprios paradigmas.
Assim como eles, todos nós, por vezes, desanimamos, não acreditamos em si, na nossa capacidade e colocamos limitações no que queremos ser ou alcançar.
A plenitude e novos rumos que está dentro de você! Precisamos romper paradigmas, com os estereótipos que criamos dentro de nós! Você pode ir muito mais além do que imagina! Enfrentar desafios é verdadeiramente DESAFIO!
Você quer ver na prática como isso é real? Convido você novamente para percorrer este caminho! Você já observou um arco-íris? Lindo! Cheio de cores! Você sabia que um arco-íris só podemos ver quando há sol precedido de chuva? Ele somente aparece quando a luz branca do sol é interceptada por uma gota d’água da atmosfera. Parte da luz é refratada para dentro da gota refletida no seu interior e é novamente refratada para fora da gota. Todas as gotas refratam e refletem a luz da mesma forma, mas somente a luz de alguns chega ao olho do observador!
Interessante observar o que cada cor significa para nosso contexto:
- O vermelho chama para a vida, é o guardião da carne, o elo com a terra.
- O amarelo é o vivificador natural da inteligência, guardião da alegria e da criatividade.
- O verde é amigo de todas as cores, é o guardião da cura e do carisma. Estabilizador dos sentimentos.
- O laranja emana saúde física e disposição saudável para os empreendimentos. É o guardião da vitalidade.
- O azul celeste é a cor da tranqüilidade, é o guardião das aspirações elevadas. É paz!
- O violeta é o mestre das transformações, eleva o espírito do homem gradualmente para os ciclos evolutivos.
Quanto de competências nós temos dentro de nós e não deixamos fluir? Assim como o arco-íris existe sob a ótica, nossas competências podem nem sempre aparecer, mas estão DENTRO DE NÓS!
Precisamos de “chuva” e “sol”? Sim, precisamos regar nossas competências, visualizá-las!
Reaprendê-las!
Elas estão presentes!
Vamos caminhar para dentro de nós e viver todas as cores de nosso arco-íris!
Pinte com todas as cores...!
Vista-se com todas as cores...!
Viaje com todas as cores...!
Viva intensamente com todas as cores...!
Trabalhe com todas as cores!
Acredite, jovem! Sonhos se transformam em realidade!
Sonhos você vai desafiar... vencê-los com a sua capacidade de SER!
Cuide de seu desenvolvimento e de seu SUCESSO!
Beatriz Campos
www.gestaojovem.com
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Visão abrangente gera a conscientização de um processo.
Acho que a Educação está necessitando focar um melhor desenvolvimento
de "história" para os jovens.
História minha, de minha família, de um povo, de uma nação, do mundo.
O grande desafio hoje das Instituições são de criarem ordem éticas, que levem a vontade do aluno a não fazer o mal, o qual está presente nos dias
de hoje, e desafiarem uma comunidade onde reina uma conscientização de
um processo histórico, ou seja ter um ideal, e não apenas viver para o momento, utilizando apenas as emergências, sem nenhum foco.
Esta forma de viver, acarreta inclusive uma vida sem esperanças. A
sociedade existe e temos que aproveitá-la para o nosso próprio bem, ela
nos ajuda a não deixar o homem se transformar num ser a-histórico.
Se o indivíduo não souber conviver na sociedade, ela se tornará
extremamente danosa, na medida em que lhe negará a possibilidade de esperançar.
Se é aqui que termina, se temos apenas o momento, não há por que esperançar.
O jovem vive de forma intensa no sentido de esgotamento,
aquilo que está acontecendo agora. Por isto que acredito na necessidade
que saibamos a distinção entre o fundamental e o essencial.
Quer dizer o que é o essencial na vida?
Essencial é tudo aquilo que não pode não ser.
É aquilo que dá plenitude ao indivíduo.
O que constitui a identidade de cada um.
Essencial é a "amorosidade, liberdade, sexualidade".
Isso é a minha inteireza, isso é essencial.
Já fundamental é tudo que ajuda a chegar no essencial.
Ex: trabalho, dinheiro, bens materiais.
Seria tolice dizer que dinheiro não tem importância, mas ele não é essencial.
Em resumo, fundamental é aquilo que cria as condições para chegar ao essencial.
Uma escada pode ser fundamental. Ninguém usa uma escada para ficar nela; ela serve para chegar a outro lugar.
Os jovens buscam hoje os bens finitos e não os bens infinitos.
È isto que proponho aos jovens uma conscientização de historicidade, só assim podemos manter a "Esperança".
Baseado no livro: Sobre a Esperança.
Frei Betto
Mario Sergio Cortella
segunda-feira, 21 de maio de 2012
O fardo da felicidade
Pesquisas mostram como a busca incessante por ser feliz e a negação do sofrimento podem tornar as pessoas cada vez mais angustiadas

CERTEZA
Ser alegre o tempo todo nunca foi uma meta para Jeanne.
Adepta do zenbudismo, para ela o fundamental
é manter o equilíbrio quando o humor oscila
Depois de devorar mais de 30 livros de autoajuda, a webdesigner
Mariana Frioli, 28 anos, chegou a duas conclusões a respeito de sua
busca por felicidade. A primeira, de que seria inviável ser feliz 100%
do tempo, como sugeriam os títulos. A segunda, de que faltava à maioria
das obras esse alerta. “Quase tudo que li apresentava um mundo perfeito,
que não correspondia à realidade e onde parecia ser possível ser boa em
tudo o que se faz e feliz o tempo todo”, diz. Depois dessa imersão, a
webdesigner decidiu aposentar a coleção na estante e resolver por si só
os momentos difíceis, sem fugir deles. Nem todos, porém, conseguem fazer
como Mariana e tirar da cabeça a obsessão pelo bem estar incessante. “É
emblemático esse dogma contemporâneo de que pessoas de sucesso são
aquelas que, independentemente de suas perdas, dores e fracassos, se
mantêm, aparentemente, inabaláveis e demonstrando que a felicidade é sua
companheira permanente”, afirma a consultora Lêda Dutra, que estuda os
valores humanísticos no mundo dos negócios. Como a pesquisadora, vários
estudiosos engrossam o coro contra a tirania da felicidade. O xis da
questão, bem definido pelo filósofo Pascal Bruckner, autor de “A Euforia
Perpétua” (Difel), é que não ser feliz se tornou imoral hoje em dia.
“Em vez de admitirmos que a felicidade é um evento indireto que nos
chega ou não por meio de objetivos secundários, nós a consideramos um
objetivo acessível imediatamente, por meio de receitas”, escreveu
Bruckner.
Tanta ânsia por uma alegria constante e eterna tem seus efeitos
colaterais. O gerente administrativo Celso Riquena, 44 anos, bem sabe
disso. “Li livros de autoajuda para tentar ser mais feliz, mas, em um
determinado momento, percebi que o efeito dessa busca era contrário:
estava mais infeliz”, afirma. O sentimento que Riquena experimentou é
comum entre quem elege a felicidade como objetivo de vida, diz a
pesquisadora June Gruber, do departamento de psicologia da Universidade
de Yale, nos Estados Unidos. Ela é coautora do artigo “O lado negro da
felicidade?”, uma revisão científica sobre o tema, publicada no ano
passado. “Pessoas que valorizam demais ser feliz podem acabar sendo
menos felizes que as demais”, disse à ISTOÉ. “Isso porque, se geram
muitas expectativas, acabam se desapontando quando não conseguem atingir
a felicidade idealizada.” As mais suscetíveis são justamente as pessoas
emocionalmente vulneráveis – com tendência à ansiedade ou à depressão.
Nessas, pensar demais sobre o assunto pode acabar agravando o quadro
mental, conforme apontou um estudo guiado pela psicóloga Tamlin Conner,
da Universidade de Otago, na Nova Zelândia. Para chegar à conclusão, a
cientista examinou 162 voluntários durante duas semanas. No período,
eles deveriam reportar diariamente como estavam se sentindo. “Eles já
estavam experimentando menos felicidade e a necessidade de reportar isso
com frequência lhes reforçava o sentimento”, disse Conner à ISTOÉ.

Outro lado cruel do fetiche por ser feliz é não conseguir enxergar as sutis nuances do que significa felicidade para cada um. A administradora Claudia Cerullo, 42 anos, é exemplo disso. Ela é cotidianamente contestada por sua decisão de viver sozinha. “Já ouvi várias vezes ‘coitadinha da Claudia, não tem namorado’”, diz. “Mas eu não quero me casar, sempre quis morar sozinha.” Some-se a essa perda da singularidade das formas de se viver a felicidade um sintoma ainda mais grave: a recusa ao sofrimento. “A dor não tem sentido nesse contexto em que é obrigatório ser feliz. Ela não é vista como oportunidade de se repensar o que se quer na vida”, diz o filósofo Paulo Vaz, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Encarar a dor pode parecer um caminho difícil, mas aprender a lidar com esse sentimento torna mais fácil encarar as oscilações de humor cotidianas. “Aprendi que, do mesmo modo como os momentos felizes passam, os ruins também acabam”, afirma a farmacêutica Jeanne Pilli, 46 anos. Adepta do zenbudismo, ela busca em algumas ferramentas, como a meditação, meios para enfrentar com mais serenidade as inevitáveis situações de angústia e sofrimento do dia a dia. “A tristeza faz parte da vida”, avalia Araceli Albino, coordenadora do Núcleo Brasileiro de Pesquisas Psicanalíticas e presidente do Sindicato dos Psicanalistas de São Paulo “Quem fica triste é porque foi afetado pelo amor, sentimento que humaniza o homem.” Parece que muita gente esqueceu disso.

MUDANÇA
Depois de ler cerca de 30 livros para aprender a ser mais feliz,
Mariana descobriu que não existe fórmula mágica
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